Museu de Portimão mostra 52 anos de história das mascotes olímpicas

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O Museu de Portimão vai receber a exposição «Mascotes Olímpicas – De Talismãs a Símbolos de Identidade». A mostra é inaugurada no dia 16 de março, às 16h00. Com um total de 47 figuras (devidamente legendadas) de variados materiais e dimensões, correspondendo às mascotes dos Jogos Olímpicos de verão e de inverno, esta é uma das maiores exposição do género em Portugal.

«Funcionando originalmente como amuletos capazes de proporcionar sorte aos respetivos possuidores, as mascotes evoluíram para as funções de identidade e comunicação que atualmente também encerram. Os Jogos Olímpicos integram essas figuras como símbolos específicos de cada edição desde 1968, tendo ao longo de meio século sido possível criar mascotes caracterizadas pela criatividade e marcadas pela relação cultural que revelam com a cidade ou a região onde os Jogos têm lugar», explica a organização.

Concebida pela Academia Olímpica de Portugal com recurso a peças provenientes de coleções particulares ou institucionais, a exposição retrata meio século de história olímpica no que se refere a este tipo de símbolos identitários, que se tornaram também elementos de valor económico relevante para os comités organizadores de cada edição dos Jogos Olímpicos.

O acervo exposto é complementado por textos de parede relativos a cada edição dos Jogos Olímpicos com mascote (desde os Jogos de Inverno de Grenoble 1968 até Tóquio 2020) e ainda pela projeção de filmes de animação protagonizados por mascotes olímpicas.

Esta Exposição integra a programação da Cidade Europeia do Desporto 2019 (CED) e estará patente no Museu de Portimão até dia 21 de abril, às terças-feiras, das 14h30 às 18h00 e de quarta a domingo, das 10h00 às 18h00.

A partir de dia 10 de março do corrente ano, a alteração do período de entrada gratuita no Museu de Portimão passa de sábado para domingo, das 10h00 às 14h00. Esta alteração decorre da uniformização de horário com o Centro de Interpretação de Alcalar e com a maioria dos Museus nacionais, ao que acresce, no domingo, uma maior disponibilidade das famílias para a sua participação e fruição cultural.