Loulé acolheu reunião para preparar defesa da floresta contra incêndios

  • Print Icon

Encontro contou com a presença de várias entidades.

O Salão de Festas de Loulé reuniu, no dia 6 de julho, a Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios, num encontro presidido por Carlos Carmo, vereador com o pelouro da Proteção Civil.

Na reunião foi apresentado o trabalho desenvolvido no patamar municipal, no que toca à fase de planeamento, de sensibilização, de informação pública e de prevenção.

As apresentações estiveram a cargo do Serviço Municipal de Proteção Civil, da Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão, da Guarda Nacional Republicana, da Unidade de Emergência Proteção e Socorro e dos Bombeiros de Loulé.

A reunião da Comissão coincidiu com a primeira reunião operacional de defesa da floresta contra incêndios, coordenada pelo Serviço Municipal de Proteção Civil, com carácter operacional, e que tem como objetivo a interligação permanente e a partilha de informação e monotorização entre as várias entidades e serviços.

Recorde-se que o período crítico de incêndios florestais está definido de 1 de julho a 30 de setembro, fase em que existe um conjunto de restrições no que concerne ao uso do fogo, correspondendo ao nível (IV) em que é alocado o maior empenhamento operacional.

O concelho de Loulé, de acordo com o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, é o município algarvio que tem o maior número de aldeias (141) e aglomerados integrados nas quatro freguesias consideradas com o primeiro grau de prioridade no âmbito defesa da floresta contra incêndios: Alte (33), Ameixial (16), Salir (54) e União de Freguesias (38).

Sublinhe-se que tem sido apanágio da Câmara Municipal de Loulé, «ano após ano, melhorar e aumentar os seus vetores de atuação no que concerne à estratégia preventiva sobre a defesa de pessoas e bens em área florestal, de forma a que em cada época de incêndios rurais seja reforçado o dispositivo de vigilância e combate, bem como aumentada a resiliência das comunidades do concelho ao flagelo que são os incêndios florestais».