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No passado sábado, numa cerimónia simples, o ISMAT comemorou o seu 22º aniversário e fez a entrega de diplomas e medalhas
O Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes (ISMAT) comemorou o seu 22º aniversário incluíndo na cerimónia a entrega de «diplomas e medalhas que glorificam, perante a Academia, os que são exemplo de emulação ao projeto educativo do ISMAT/Grupo Lusófona», afirmou o presidente do conselho de administração Manuel de Almeida Damásio na sessão que decorreu no passado sábado no Cinema de Portimão.
Uma cerimónia onde esteve presente a família ismataína – professores, alunas e alunos, funcionários, colaboradores, amigos – mas que não contou com a presença de qualquer representante da Câmara Municipal, apesar da ligação existente para com este Instituto que tem levado o nome de Portimão a outras partes do Mundo.
Foi uma festa simples, onde Manuel Damásio voltou a renovar o repto à senhora Provedora do Estudante e aos presidentes da Associação de Estudantes e da Associação de Antigos Alunos para que tenham «mais intervenção na vida do Instituto, uma maior ligação às instituições locais, regionais e nacionais, às empresas e aos serviços, bem como a todas as organizações culturais, desportivas e recreativas da comunidade portimonense».
O presidente do conselho de administração, homem aberto ao dinamismo e disposto sempre a valorizar o ensino como etapa primordial da vida de cada cidadão, afirmou: «aos novos diplomados, às suas famílias e amigos, deixo a nossa disponibilidade para continuarmos a percorrer juntos outras etapas. O ISMAT terá sempre as portas abertas para vos receber e disponibilizará os meios necessários para melhorarem e aprofundarem conhecimentos ou tecnologias em ordem ao vosso sucesso profissional e cívico».
Outro dado importante abordou Manuel Damásio, para que se possa contextualizar o ISMAT na região e no concelho de Portimão, referindo o capital humano, os meios científicos, pedagógicos e administrativos existente. O ISMAT dispõe hoje de 45 doutores, de 54 mestres e de 48 licenciados, totalizando o corpo docente 147 professores, quando no ano passado eram 143. E adiantou: «quanto aos restantes colaboradores não há alterações significativas, mantendo-se estável a liderança, claramente identificada, definida e aceite. Quanto ao corpo discente, apesar da crise estamos a conseguir mobilizar os recursos necessários para a vencer com êxito. Para isso é necessário trabalhar muito e especialmente em termos de esclarecimento e de divulgação do nosso projeto educativo. Para o futuro, o nosso propósito é continuar a crescer, tanto no que se refere a instalações como à expansão do ensino graduado e das pós-graduações. Precisamos de manter a «dinâmica de vitória»: ninguém pode desanimar ou baixar os braços. Como temos dito e repetido, em termos de importância para o sucesso do projeto educativo, a participação de cada um é igualmente importante. E, muitas vezes, é mais decisiva a dos colaboradores integrados nos escalões mais baixos».
A terminar Manuel Damásio voltou a mostrar optimismo: «uma palavra final sobre os fatores exógenos que não controlamos. Refiro-me, naturalmente, à crise financeira, económica e social que se abateu sobre o nosso país e que é de todos bem conhecida, especialmente pelo enorme desemprego que vem ocasionando. Não podemos esmorecer, e tal como temos feito até agora, é preciso encarar de frente os problemas, e contar acima de tudo com os nosso recursos. Os tempos são de procela: mas a bonança vai chegar e de novo desfraldaremos as velas rumo ao futuro!».
24 de Junho de 2012 | 17:45
barlavento
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